ARIANO SUASUNA

Um projeto de pesquisa centrado na obra literária e na vida de Ariano Suassuna poderá dar forma a uma política pública de cultura focada na valorização do Movimento Armorial, criado pelo escritor – falecido em 2014. A informação é da professora Suelma de Souza Moraes, do departamento de Ciências da Religião.

 

A professora apresentou formalmente à reitora da UFPB, Margareth Diniz, o projeto e o pedido de criação do Núcleo de Estudos e Pesquisa Ariano Suassuna  (NEPAS), a partir do qual será desenvolvido todo o trabalho (foto). De acordo com a professora Suelma de Souza, o projeto conta com total apoio do filho de Ariano Suassuna, o artista plástico Manuel Dantas Suassuna.

 

“O objetivo é desenvolver estudos e pesquisas a partir das obras literárias e do Movimento Armorial de Ariano Suassuna, nas áreas da cultura, patrimônio imaterial e desenvolvimento sustentável ligados à práticas exitosas e inovação em tecnologias sociais e ambientais para a área de políticas públicas de cultura,  educação e pesquisa multidisciplinar junto a sociedade e tradições de cultura no Estado da Paraíba”, conta a professora.

 

O projeto tem uma dimensão multidisciplinar. Nasceu com o Departamento de Ciências das Religiões em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PRAC) por meio da Coordenação de Extensão Cultural (Coex). “Estamos na fase de implantação do projeto, da consolidação de parcerias e de estruturação de um espaço, aqui dentro da UFPB, que abrigará o Núcleo de Estudos e Pesquisa Ariano Suassuna”, acrescenta.

 

De acordo com a professora Suelma de Souza, nesta fase inicial, o projeto conta com adesão de parcerias de vários outros departamentos e núcleos de pesquisa da UFPB,  como o Núcleo de Pesquisa de Documentação da Cultura Popular (Nuppo), os Departamentos de Letras Clássicas e Vernáculas, de Artes Cênicas, de Música, de Turismo e Hotelaria e o departamento de Tecnologias Sucroalcooleira. A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (Prape) também faz parte do projeto, segundo informou a professora, Suelma de Souza.

Fonte:
Ascom/UFPB/ Foto: Oriel Farias