Ateliê Valentim abre exposição com obras de Rose Catão, em Jacumã

Uma série de traços finos rasgam um pedaço de madeira macio. Essas linhas vão se combinar com um punhado de cores e logo aparece o sentido da obra que pode ser um homem negro, uma mulher, um peixe, um palhaço em riso ou um conjunto de pessoas que revelam a diversidade do povo brasileiro. Tudo isso faz parte da nova exposição da artista plástica Rose Catão, que o ateliê Valentim abre neste sábado (19), às 17h, num happy hour na Creperia, na praia de Jacumã, no Conde (PB). A exposição “Nós”, tem curadoria da também artista plástica Juliana Alves, mestranda […]

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Uma série de traços finos rasgam um pedaço de madeira macio. Essas linhas vão se combinar com um punhado de cores e logo aparece o sentido da obra que pode ser um homem negro, uma mulher, um peixe, um palhaço em riso ou um conjunto de pessoas que revelam a diversidade do povo brasileiro. Tudo isso faz parte da nova exposição da artista plástica Rose Catão, que o ateliê Valentim abre neste sábado (19), às 17h, num happy hour na Creperia, na praia de Jacumã, no Conde (PB).

A exposição “Nós”, tem curadoria da também artista plástica Juliana Alves, mestranda em artes visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mostra um conjunto de 11 obras em xilogravura da artista Rose Catão, reconhecida como uma das grandes xilogravuristas da Paraíba e do Brasil.

“Em peças únicas e renovadas Rose Catão segue construindo sua história na arte contemporânea, sempre se esforçando para trazer elementos novos, sobretudo, na xilogravura”, avaliou Juliana Alves.

Ela explicou que a exposição das obras de Rose Catão faz parte de uma série de atividades desenvolvidas a partir do seu ateliê, que recebe o nome de Valentim. O ateliê tem feito residência artística com artistas do Brasil e do exterior e recentemente recebeu os  artistas Axel Arias e Ro Manzano que pintaram murais em ambientes públicos e privados nas praias de Jacumã e Caparapibus, no Conde. “Estamos planejando a agenda de 2019 e resolvemos iniciar com esta bela exposição de Rose Catão, pela sua história e contribuição à nossa xilogravura”, completou Juliana Alves.

A Creperia fica localizada na Av. Ilza Ribeiro, na principal da Praia de Jacumã (próximo a Igreja Católica)

Foto: Detalhe da obra “Os pensadores”, de Rose Catão. Arquivo Ateliê Valentim

Projeto paraibano é habilitado ao Prêmio Semana da Arte Moderna, do Minc

Apenas um projeto paraibano, do professor Giuseppe Roncalli Ponce de Leon, ligado à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), foi habilitado a participar do edital Prêmio de Incentivo à publicação literária, 100 Anos da Semana de Arte Moderna de 1922. O edital de seleção pública, do Ministério da Cultura, é de 1 de outubro de 2018. Apenas 77 projetos foram habilitados e divulgados na última sexta-feira.  Ao final do processo apenas 25 iniciativas, com o valor de R$ 40 mil serão aprovados para publicação.   A seleção, de acordo com o Ministério, inclui apenas obras literárias inéditas em português do […]

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Apenas um projeto paraibano, do professor Giuseppe Roncalli Ponce de Leon, ligado à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), foi habilitado a participar do edital Prêmio de Incentivo à publicação literária, 100 Anos da Semana de Arte Moderna de 1922. O edital de seleção pública, do Ministério da Cultura, é de 1 de outubro de 2018. Apenas 77 projetos foram habilitados e divulgados na última sexta-feira.  Ao final do processo apenas 25 iniciativas, com o valor de R$ 40 mil serão aprovados para publicação.

 

A seleção, de acordo com o Ministério, inclui apenas obras literárias inéditas em português do Brasil que abordem livremente a temática da Semana de Arte Moderna de 1922. A ação do professor Giuseppe Roncalli é intitulada “Correspondência Modernista e Regionalista de Luiz da Câmara Cascudo (1922-1984).

 

A Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, que desenvolveu o edital, disponibiliza o site para conferir o resultado desta fase do concurso. Veja:

 

Com Informações da Ascom Minc

 

 

Núcleo da UFPB quer criar política de cultura a partir da vida e obra de Ariano Suassuna

Um projeto de pesquisa centrado na obra literária e na vida de Ariano Suassuna poderá dar forma a uma política pública de cultura focada na valorização do Movimento Armorial, criado pelo escritor – falecido em 2014. A informação é da professora Suelma de Souza Moraes, do departamento de Ciências da Religião.   A professora apresentou formalmente à reitora da UFPB, Margareth Diniz, o projeto e o pedido de criação do Núcleo de Estudos e Pesquisa Ariano Suassuna  (NEPAS), a partir do qual será desenvolvido todo o trabalho (foto). De acordo com a professora Suelma de Souza, o projeto conta com […]

ARIANO SUASUNA

Um projeto de pesquisa centrado na obra literária e na vida de Ariano Suassuna poderá dar forma a uma política pública de cultura focada na valorização do Movimento Armorial, criado pelo escritor – falecido em 2014. A informação é da professora Suelma de Souza Moraes, do departamento de Ciências da Religião.

 

A professora apresentou formalmente à reitora da UFPB, Margareth Diniz, o projeto e o pedido de criação do Núcleo de Estudos e Pesquisa Ariano Suassuna  (NEPAS), a partir do qual será desenvolvido todo o trabalho (foto). De acordo com a professora Suelma de Souza, o projeto conta com total apoio do filho de Ariano Suassuna, o artista plástico Manuel Dantas Suassuna.

 

“O objetivo é desenvolver estudos e pesquisas a partir das obras literárias e do Movimento Armorial de Ariano Suassuna, nas áreas da cultura, patrimônio imaterial e desenvolvimento sustentável ligados à práticas exitosas e inovação em tecnologias sociais e ambientais para a área de políticas públicas de cultura,  educação e pesquisa multidisciplinar junto a sociedade e tradições de cultura no Estado da Paraíba”, conta a professora.

 

O projeto tem uma dimensão multidisciplinar. Nasceu com o Departamento de Ciências das Religiões em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PRAC) por meio da Coordenação de Extensão Cultural (Coex). “Estamos na fase de implantação do projeto, da consolidação de parcerias e de estruturação de um espaço, aqui dentro da UFPB, que abrigará o Núcleo de Estudos e Pesquisa Ariano Suassuna”, acrescenta.

 

De acordo com a professora Suelma de Souza, nesta fase inicial, o projeto conta com adesão de parcerias de vários outros departamentos e núcleos de pesquisa da UFPB,  como o Núcleo de Pesquisa de Documentação da Cultura Popular (Nuppo), os Departamentos de Letras Clássicas e Vernáculas, de Artes Cênicas, de Música, de Turismo e Hotelaria e o departamento de Tecnologias Sucroalcooleira. A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (Prape) também faz parte do projeto, segundo informou a professora, Suelma de Souza.

Fonte:
Ascom/UFPB/ Foto: Oriel Farias

A árvore dos bons ventos, de Wilson Figueiredo, no Conde

A obra é de metal. Uma árvore de chapas de ferro, soldadas e devidamente concretadas ao chão. Mas os seus galhos e folhas ligeiramente onduladas indicam movimento e apontam, tal uma mão acolhedora, a chegada ao município de Conde, litoral sul da Paraíba. Ali, na rota da BR-101, a meio caminho entre Recife e João Pessoa, o artista plástico Wilson Figueiredo depositou sua nova peça pública: Árvore dos bons ventos. A escultura de ferro, com quatro metros de altura, celebra os 55 anos de emancipação do Conde, comemorados pela Prefeitura do Município. A simbólica da obra de Wilson Figueiredo, instalada […]

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A obra é de metal. Uma árvore de chapas de ferro, soldadas e devidamente concretadas ao chão. Mas os seus galhos e folhas ligeiramente onduladas indicam movimento e apontam, tal uma mão acolhedora, a chegada ao município de Conde, litoral sul da Paraíba. Ali, na rota da BR-101, a meio caminho entre Recife e João Pessoa, o artista plástico Wilson Figueiredo depositou sua nova peça pública: Árvore dos bons ventos.

A escultura de ferro, com quatro metros de altura, celebra os 55 anos de emancipação do Conde, comemorados pela Prefeitura do Município. A simbólica da obra de Wilson Figueiredo, instalada na entrada de um corredor de eucaliptos logo no início da PB-018, tem forte importância para o momento que vive a cidade.

As chapas de ferro de 8mm da obra de Wilson criam um contraponto com a ideia de leveza que a prefeita Márcia Lucena diz estar trazendo para o Conde. “Desejamos que os bons ventos soprem para a nossa cidade, como novas obras, novas metas e bastante crescimento”, celebra.

Encontrei com Wilson Figueiredo embaixo da sombra quase frondosa da “Árvore dos bons ventos”, ali, na ponta da Rodovia dos Tabajaras, onde há alguns anos sonhamos em instalar uma obra sua. O sonho conversado com o ex-prefeito Aluísio Régis não frutificou à época. E somente agora, com os ventos de uma nova administração, o Conde ganhou obra de referência.

Com uma felicidade de domingo, Wilson Figueiredo conta que sua nova obra só se iguala, em termos de celebração e volume, ao Cavaleiro Alado – instalado no contorno da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e à Muriçoca do Miramar, localizada na praça homônima em João Pessoa. O desejo agora é que a “Árvore dos Bons Ventos”, mostre toda a dignidade do metal, sua força simbólica, e consiga trazer sempre bons e novos ventos para o Conde, suas praias, comunidades indígenas e quilombolas.

Foto: Arquivo/Marcus Alves

 

Redistribuição de recursos das loterias pode reforçar segurança com R$ 600 milhões

A área de segurança pública  pode ganhar um reforço de R$ 600 milhões no próximo ano, caso o Plenário da Câmara dos deputados aprove a nova regra para a distribuição de recursos oriundos da arrecadação das loterias do país. Na terça-feira (20) começam os debates em torno da Medida Provisória 846/18 que cria o novo pacto de distribuição do dinheiro das loterias. No ano passado a segurança abocanhou R$ 400 milhões das loterias. Se aprovada a MP 846, esse montante ultrapassar R$ 1 bilhão em 2019.   Somente em 2017 a loterias arrecadaram cerca de R$ 14 bilhões. Os setores […]

Camara Federal

A área de segurança pública  pode ganhar um reforço de R$ 600 milhões no próximo ano, caso o Plenário da Câmara dos deputados aprove a nova regra para a distribuição de recursos oriundos da arrecadação das loterias do país. Na terça-feira (20) começam os debates em torno da Medida Provisória 846/18 que cria o novo pacto de distribuição do dinheiro das loterias. No ano passado a segurança abocanhou R$ 400 milhões das loterias. Se aprovada a MP 846, esse montante ultrapassar R$ 1 bilhão em 2019.

 

Somente em 2017 a loterias arrecadaram cerca de R$ 14 bilhões. Os setores da educação, cultura, esporte e segurança pública ficaram com algo em torno de R$ 3 bilhões.

Como o dinheiro que vai para as outras áreas é praticamente mantido, o texto da MP tem consenso entre os partidos e poderá ser aprovado com facilidade. O assunto já passou por uma longa negociação, inicialmente com fortes reações e até protestos das classes artísticas e esportivas.

A deputada Laura Carneiro (DEM-RJ) lembra que o governo editou anteriormente outra medida provisória que alterava a distribuição dos recursos das loterias (MP 841/18). “A medida provisória inicial era a 841, que era muito ruim porque retirava dinheiro tanto do esporte como da cultura, embora desse para segurança. Essa medida foi retirada e apresentada uma nova medida [MP 846], que é fruto de um grande acordo feito com vários setores”, disse a parlamentar.

O deputado Pastor Eurico (Patri-PE) concordava com a primeira versão, que dava mais dinheiro para as forças de segurança. No entanto, diante dos protestos e negociações, ele vai apoiar o novo texto. “A nossa luta era que houvesse um investimento maior na segurança, porque é uma calamidade a questão da segurança em nosso Brasil. Porém, com esses contratempos e discussões, não diria jogos de interesses, mas alguns defendendo as questões de educação, saúde, segurança, esporte e tal, resolveu-se dividir”, afirmou.

 

Com Informações da Agência Câmara de Notícias

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Juliana Alves expõe universo feminino no Centro Cultural Correios, em Recife

Os jogos e ambiguidades das transparências ganham força nesta quinta-feira (8) no Centro Cultural Correios, em Recife (PE) quando a artista plástica Juliana Alves abrir, às 19h, sua nova exposição: “TranspareSSer”. Mestranda em artes visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal de Pernambuco (UFPB/UFPE) Juliana Alves trata do universo feminino, seus dilemas e identidades culturais. Em suas obras essa temática aparece a partir de diversos materiais utilizados e técnicas variadas como óleo sobre tela, acrílica, aquarela e esculturas em gesso e vidro.   A curadora da exposição é a arquiteta e […]

fototransparecer

Os jogos e ambiguidades das transparências ganham força nesta quinta-feira (8) no Centro Cultural Correios, em Recife (PE) quando a artista plástica Juliana Alves abrir, às 19h, sua nova exposição: “TranspareSSer”. Mestranda em artes visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal de Pernambuco (UFPB/UFPE) Juliana Alves trata do universo feminino, seus dilemas e identidades culturais. Em suas obras essa temática aparece a partir de diversos materiais utilizados e técnicas variadas como óleo sobre tela, acrílica, aquarela e esculturas em gesso e vidro.

 

A curadora da exposição é a arquiteta e urbanista Sônia Marques. Ela afirma que a “TranspareSSer” implica num jogo de equilíbrio entre o esconder e o revelar. “Fusão de transparecer e ser é adoção por difícil escolha de um modus vivendi que assume a ambiguidade”, completa Sônia Marques, doutora em Sociologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris.

 

Durante a vernissage de “TranspareSSer”, acontecerá uma intervenção literária realizada pelo grupo pernambucano Mulheres de Sete Saias, segundo informou Juliana Alves.  Formada em artes visuais pela UFPB, Juliana Alves, artista pernambucana natural de Pesqueira, tem pesquisado a transparência desde o início de sua formação. Em 2014 criou uma campanha para pessoas doarem frascos de perfumes para compor suas obras. A partir de cada frasco doado a artista reconfigurava a identidade do doador, combinando elementos distintos com esculturas de gesso, telas em tecidos transparentes.

 

Em seus trabalhos mais recentes, essa busca pela transparência se amplia com suas instalações nas quais o rasgar dos véus transparentes e as referências dos femininos.  Para Juliana Alves, a exposição “TranspareSSer”, que tem apoio do Centro Cultural Correios, representa sua trajetória criativa em que suas buscas se articularam de diversas maneiras, transparecendo enquanto mulher e artista visual. “Trata-se também de um retorno às minhas origens, em um momento de inauguração de meus trabalhos por onde essa história começou aqui mesmo – no cenário das artes visuais de Pernambuco”, relembra a artista.

 

 

Serviço:

Exposição “TranspareSSer”

Período: 8 de novembro de 2018 a 31 de Janeiro de 2019

Centro Cultural Correios, Av. Marquês de Olinda, 262. Recife (PE)

 

Orquestra de Violoncelos da UFPB integra artes plásticas e música em Jacumã

 A  música de Villa-Lobos, Astor Piazzola e Luiz Gonzaga vai ecoar na praia de Jacumã no próximo sábado (20), no restaurante A Creperia com a primeira apresentação do Conjunto Cellos de Câmara – Orquestra de Violoncelos da UFPB,  no município de Conde (PB). O show do Conjunto, às 20h, inaugura o espaço do Ateliê Valentim, da artista plástica Juliana Alves, em parceria com a Creperia.   A artista contou que o Ateliê será um ambiente para divulgação de suas obras e de outros artistas convidados. Ela explicou que o Ateliê vem promovendo uma série de residências artísticas como as que desenvolveu […]

detalhe O Beijo

 A  música de Villa-Lobos, Astor Piazzola e Luiz Gonzaga vai ecoar na praia de Jacumã no próximo sábado (20), no restaurante A Creperia com a primeira apresentação do Conjunto Cellos de Câmara – Orquestra de Violoncelos da UFPB,  no município de Conde (PB). O show do Conjunto, às 20h, inaugura o espaço do Ateliê Valentim, da artista plástica Juliana Alves, em parceria com a Creperia.

 

A artista contou que o Ateliê será um ambiente para divulgação de suas obras e de outros artistas convidados. Ela explicou que o Ateliê vem promovendo uma série de residências artísticas como as que desenvolveu com os artistas argentinos Axel Arias e Rocio Manzano que pintaram murais públicos nas praias de Jacumã e Carapibus. O Ateliê recentemente recebeu a filósofa e bailarina chilena Constanza Gerter (Santiago de Chile).

 

A Creperia, por exemplo, recebeu três murais do artista plástico Axel Arias (Córdoba/Argentina). Ele pintou painéis com grandes ídolos da música pop rock brasileira (Renato Russo, Cazuza, Rita Lee, Raul Seixas) e mundial (Janis Joplin, Jim Morrison e Bob Marley).  “Estamos estimulando sempre a vinda de artistas residentes como forma de ampliar nossa experiência de pesquisa em artes visuais e demais estéticas”, contou Juliana Alves, mestranda em Artes Visuais no programa de Pós-Graduação e Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

 

A artista disse que a experiência de residência artística levou à formação de uma saudável parceria com a  amiga  Soraya Mariz, proprietária da Creperia, que a convidou a abrir o espaço permanente do Ateliê Valentim.  O lugar vai expor obras da própria Juliana Alves com artistas convidados como Wilson Figueiredo, Denise Costa, Rocio Manzano, Josenildo Suassuna (in memoria), Rose Catão e Rodrigues Lima.

Diálogo música e artes visuais

O Ateliê também vai promover ações de diálogos de artistas com o público, saraus literários, cursos e apresentações musicais como a do Conjunto Cellos de Câmara – Orquestra de Violoncelos da UFPB. Coordenado pelo violoncelista Felipe Avellar de Aquino, professor da UFPB, o Conjunto Cellos foi criado no ano 2000 como uma atividade de Extensão da Universidade.

 

Ele contou que o conjunto consiste em parte da formação do instrumentista/violoncelista, e é formada por alunos de violoncelo dos cursos de extensão, graduação e pós-graduação em música da UFPB que se apresentam ao lado de seus  professores.  “O grupo Cellos de Câmara além de proporcionar a prática camerística, visa difundir o violoncelo, ampliar o repertório para esta formação, como também realizar o trabalho de formação de plateia”, acrescentou Felipe Avellar. Ele informou que no concerto do Ateliê Valentim na Creperia o Conjunto contará com a participação especial da violoncelista Teresa Cristina Rodrigues, professora do Instituto Federal de Educação da Paraíba (IFPB). “Vai ser uma noite muito agradável e com esse diálogo entre a música e as artes visuais em Jacumã”, finalizou.

 

Foto: Detalhe da obra “O Beijo”, de Juliana Alves/Arquivo Galeria Valentim

Marcus Alves lança livro no Buarque-se Café com show de Los Dos de la Mancha

O livro “K encontra Paludes”, do sociólogo e poeta Marcus Alves, será lançando em noite musical no Buarque-se Café, na sexta-feira, (21), às 19h. A obra é uma novela que conta a história do personagem K em sua procura por um objeto de desejo: um par de sapatos amarelo. Além da apresentação do livro, o Buarque-se Café preparou um show com o grupo   Duo Los Dos de La Mancha, formado por Mihaela Cláudia e Bruno Marinheiro. O livro “O Sapato amarelo (ou K Encontra Paludes) é a terceira obra literária de Marcus Alves. A primeira foi “O Eterno e o Provisório”, […]

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O livro “K encontra Paludes”, do sociólogo e poeta Marcus Alves, será lançando em noite musical no Buarque-se Café, na sexta-feira, (21), às 19h. A obra é uma novela que conta a história do personagem K em sua procura por um objeto de desejo: um par de sapatos amarelo. Além da apresentação do livro, o Buarque-se Café preparou um show com o grupo   Duo Los Dos de La Mancha, formado por Mihaela Cláudia e Bruno Marinheiro.

O livro “O Sapato amarelo (ou K Encontra Paludes) é a terceira obra literária de Marcus Alves. A primeira foi “O Eterno e o Provisório”, seguida de “Arqueologia”.  Os dois são livros de poesia nos quais o autor tematiza situações urbanas, angústias do homem contemporâneo – com seus dilemas e desafios, perdas de amores e de sentidos.

“É um livro sobre um documento de uma vida; uma vida anônima, experimentada por qualquer homem comum.  Eu sempre quis escrever uma estória centrada numa vida comum e pensei “K encontra Paludes”, como relato real, como um documento que eu encontrei na Biblioteca da Universidade de Brasília, onde estudei”, conta o autor.

A obra, toda produzida como um documento antigo é repleta de jogos de linguagem e citações históricas. O livro é construído por meio de uma estética artesanal – todo costurado a mão – tem edição limitada e numerada. “Cada capa foi pintada de um modo diferente e único”, lembra o autor.

Integração com música

Marcus Alves contou que a ideia de unir literatura e música foi pensada pela equipe do próprio Buarque-se Café que convidou o grupo Los Dos de La Mancha, uma homenagem também a clássica obra Dom Quixote, de Cervantes. A dupla Bruno Marinheiro e Mihaela Cláudia procura explorar as possibilidades de seus instrumentos, tanto em termos de técnica como em sonoridades. Marinheiro é violonista e mestre em música pelo Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A também violonista Mihaela Cláudia já tocou da Orquestra Infantil do Estado da Paraíba e participa da Orquestra Jovem da Paraíba, desde 2015.

Marcus Alves apresenta nova exposição de Rodrigues Lima

“O artista Rodrigues Lima se apropriou de elementos da poética surreal para nos chamar a atenção da urgente e necessária procura por uma saída para a situação política do Brasil atual”. Essa é a avaliação feita por Marcus Alves, sociólogo e poeta, no catálogo da exposição “Infinitos Ventos” que será aberta na próxima sexta-feira (14), às 19h, na Galeria Gamela, em João Pessoa. Segundo Marcus Alves, o artista deslocou a memória surreal de Dalí, o infinito céu de Magritte e os associou ao mais sublime e banal das paisagens que temos em nossas praias e serras paraibanas. “Assim, sobre a […]

obra Rodrigues

“O artista Rodrigues Lima se apropriou de elementos da poética surreal para nos chamar a atenção da urgente e necessária procura por uma saída para a situação política do Brasil atual”. Essa é a avaliação feita por Marcus Alves, sociólogo e poeta, no catálogo da exposição “Infinitos Ventos” que será aberta na próxima sexta-feira (14), às 19h, na Galeria Gamela, em João Pessoa.

Segundo Marcus Alves, o artista deslocou a memória surreal de Dalí, o infinito céu de Magritte e os associou ao mais sublime e banal das paisagens que temos em nossas praias e serras paraibanas. “Assim, sobre a imagem de “Persistência da Memória” surge uma pergunta mágica para o nosso tempo: quem será o salvador de nossa política em derretimento, de nossa fronteira insegura da violência e das incertezas da saúde, do trabalho e de toda a vida brasileira?”, questiona o sociólogo.

No seu texto ele explica que Rodrigues Lima dialoga com o surrealismo e o faz com uma leveza das citações e recriações pós-modernas da arte contemporânea. “Se olharmos no detalhe da pintura de Rodrigues Lima vamos ver galinhas de melão, pequenos frutos e flores que se desdobram e se revelam na própria dobra do céu infinito. Um céu de Magritte, deslocado sobre sua Serra Velha cheia de caixas d´água de balaio. São reservatórios frágeis e futuristas, antenas parabólicas sempre molhadas? Rodrigues Lima nos ajuda a pensar, problemas e saídas, com sua arte – que agora nos traz o infinito e o sonho para assombrar ainda mais a nossa vida, completa Marcus Alves.

A exposição “Infinitos Ventos” é uma nova série de vinte obras de Rodrigues Lima cuja narrativa poética é construída a partir da memória de infância do artista. Em cada trabalho produzido, represento cenas e objetos que ganham novas dimensões e significados, explorando diferentes perspectivas, construindo e reconstruindo novos conceitos e nesse leque de possibilidades que a pós-modernidade nos propõe, aproprio-me da “Persistência da Memória” de Salvador Dalí, trazendo um novo conceito para uma reflexão sobre este momento de tantos conflitos e incertezas em que o Brasil está vivendo em todas as esferas”, finaliza Rodrigues Lima.

 

Foto: detalhe da obra de Rodrigues Lima, a partir de “Persistência da Memória”, de Dalí

Marcus Alves lança livro no Memorial Augusto dos Anjos, em Sapé

“O sapato amarelo (ou K encontra Paludes)”, o mais recente livro de Marcus Alves, sociólogo e poeta, será lançado nesta quarta-feira (22), às 19h, no Memorial Augusto dos Anjos, no município de Sapé (PB), durante a abertura do Agosto das Letras, promovido pela Prefeitura de Sapé, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Turismo. “É um livro sobre um personagem à procura de um objeto de desejo: um par de sapatos amarelo. Na verdade, ele persegue o próprio sentido de sua vida”. É assim que Marcus Alves descreve a sua obra, “K encontra Paludes”, publicado pela editora Cartonera […]

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“O sapato amarelo (ou K encontra Paludes)”, o mais recente livro de Marcus Alves, sociólogo e poeta, será lançado nesta quarta-feira (22), às 19h, no Memorial Augusto dos Anjos, no município de Sapé (PB), durante a abertura do Agosto das Letras, promovido pela Prefeitura de Sapé, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Turismo.

“É um livro sobre um personagem à procura de um objeto de desejo: um par de sapatos amarelo. Na verdade, ele persegue o próprio sentido de sua vida”. É assim que Marcus Alves descreve a sua obra, “K encontra Paludes”, publicado pela editora Cartonera Aberta e Editora do CCTA/UFPB.

O livro “O Sapato amarelo (ou K Encontra Paludes) é a terceira obra literária de Marcus Alves. A primeira foi “O Eterno e o Provisório”, seguida de “Arqueologia”.  Os dois livros de poesia, nos quais o autor tematiza situações urbanas, angústias do homem contemporâneo – com seus dilemas e desafios, perdas de amores e de sentidos. Agora, com “K encontra Paludes”, Marcus Alves conta que incursiona por meio de uma novela na qual criar o personagem K.

Ao longo de sua trajetória, K descobre ambientes urbanos onde vive e acaba encontrando algum sentido de suas angústias e tristezas. Marcus Alves conta que escreveu o livro como se fosse um documento antigo, encontrado na biblioteca da Universidade de Brasília (UnB), onde ele fez seu mestrado e doutorado em Sociologia.

“É um livro sobre um documento de uma vida; uma vida anônima que pode ter existido. Eu não sei. Deixo que o leitor faça suas próprias descobertas”, conta o autor. Ele explicou que, motivado por essa narrativa de memória ficcional, pensou em construir um personagem contemporâneo. “Ele se perde e se encontra entre uma vitrine e um passeio ao porto, nas avenidas da cidade que nos expõe a uma grande fantasmagoria do consumo diariamente”, revela.

A partir desse suposto documento antigo, a narrativa do livro vai apresentando o personagem e seus dilemas associados a dependência da vida urbana e lembranças familiares. A luta do personagem é para descobrir a sua própria origem e a morte prematura de sua mãe. Cheio de jogos de linguagem e citações históricas, o livro é construído por meio de uma estética artesanal – todo costurado a mão – tem edição limitada e numerada. “Cada capa foi pintada de um modo diferente e único”, lembra o autor.

Marcus Alves é mestre em Comunicação Social e Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB). Autor dos livros Cultura Rock e Arte de Massa (Ed. Diadorim), Cultura no Mercosul: uma política do discurso (Editora Plano/FAP).  Atualmente trabalha na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA).