Livro sobre a criação artística e a condição feminina será lançado no Pôr do Sol Literário

  “Noivas e misses são mulheres de outra estirpe”.  Este verso está no livro “Transparesser”, da artista visual Juliana Alves e da escritora e arquiteta Sonia Marques. A obra, fruto de um intenso diálogo entre as duas autoras, será lançado nesta quinta-feira (11) na Academia Paraibana de Letras (APL), durante a 60ª edição do Pôr do Sol Literário. Publicado pela editora do Centro de Comunicação Turismo e Artes, (CCTA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o livro tem prefácio da escritora Maria Valéria Rezende.  Trata-se de uma obra híbrida, na qual Juliana Alves revela os procedimentos artísticos em sua formação […]

foto juliana livro

 

“Noivas e misses são mulheres de outra estirpe”.  Este verso está no livro “Transparesser”, da artista visual Juliana Alves e da escritora e arquiteta Sonia Marques. A obra, fruto de um intenso diálogo entre as duas autoras, será lançado nesta quinta-feira (11) na Academia Paraibana de Letras (APL), durante a 60ª edição do Pôr do Sol Literário.

Publicado pela editora do Centro de Comunicação Turismo e Artes, (CCTA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o livro tem prefácio da escritora Maria Valéria Rezende.  Trata-se de uma obra híbrida, na qual Juliana Alves revela os procedimentos artísticos em sua formação no curso de Artes Visuais da UFPB, combinando com poemas e textos estéticos escritos por sua orientadora, a professora Sonia Marques. O livro tem como foco temático o conceito de transparência que a artista vem perseguindo desde o início dos seus trabalhos com aquarela, assemblagens e suas pesquisas com frascos de perfumes e instalações.

Mestranda em Artes Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFPB/UFPE, Juliana Alves conta que o livro faz um esforço de reflexão também sobre as identidades culturais, o sentido de ser mulher e artista contemporânea. “Esse trabalho lança o desafio de que é preciso enxergar além das transparências, flores aparentemente ingênuas ou motivos femininos quase piegas que podem esconder a violência e o desamparo da condição feminina”, diz.

O livro foi lançado exatamente no encerramento de sua exposição, “Transparesser”, aberta ao público desde o mês de novembro no Centro Cultural Correios, em Recife (PE). “Juliana descobrira um mar de possibilidades para atingir a transparência”, acrescenta Sonia Marques arquiteta e doutora em sociologia pela Écola des Hautes Études em Sciences Sociales, de Paris,

Ela diz que no início eram a aquarela e a poesia. Depois uma sequência de janelas e avarandados do centro histórico de João Pessoa. Sonia conta que teve também organzas e tecidos, como materiais experimentados. “Até chegar ao vidro, o vidro dos frascos de perfumes, antecipando o prazer dos cheiros. A materialidade do vidro em toda a sua ambivalência”, comenta.

O livro “Transparesser”, revela um diálogo entre duas gerações: a da artista Juliana Alves e a da professora Sonia Marques. Constitui-se uma trama entre várias áreas, como artes plásticas, cinema, literatura em um esforço para se dominar o conceito de transparência. Por fim, a obra revela um trabalho comum, às vezes feito a quatro mãos como nos poemas.

 

SERVIÇO:

Lançamento do livro “Transparesser”, de Juliana Alves e Sonia Marques

Dia: 11 de abril, de 2019, às 17h30

Local: Academia Paraibana de Letras (APL)

Contatos: Sonia Marques (81) 98173- 1815

Juliana Alves (83) 98803- 3056

Juliana Alves lança livro no Centro Cultural Correios, em Recife

  “Logo percebi que a transparência do meu trabalho implicava a minha própria transparência, numa exposição de defeitos e qualidades, numa reflexão sobre eles”. O depoimento é da artista visual Juliana Alves e aparece no livro “Transparesser”, publicado pela editora do Centro de Comunicação Turismo e Artes, (CCTA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).  A obra, escrita por Juliana Alves, mestranda em Artes Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFPB/UFPE, e por Sônia Marques, arquiteta e doutora em sociologia pela Écola des Hautes Études em Sciences Sociales, de Paris, será lançada na próxima quinta-feira (28), às 19h, […]

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“Logo percebi que a transparência do meu trabalho implicava a minha própria transparência, numa exposição de defeitos e qualidades, numa reflexão sobre eles”. O depoimento é da artista visual Juliana Alves e aparece no livro “Transparesser”, publicado pela editora do Centro de Comunicação Turismo e Artes, (CCTA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).  A obra, escrita por Juliana Alves, mestranda em Artes Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFPB/UFPE, e por Sônia Marques, arquiteta e doutora em sociologia pela Écola des Hautes Études em Sciences Sociales, de Paris, será lançada na próxima quinta-feira (28), às 19h, no Centro Cultural Correios em Recife (PE).

 

Trata-se de uma obra híbrida, na qual Juliana Alves revela os procedimentos artísticos em sua formação no curso de Artes Visuais da UFPB, combinando com poemas e textos estéticos escritos por sua orientadora, a professora Sonia Marques. O livro tem como foco temático o conceito de transparência que a artista vem perseguindo desde o início dos seus trabalhos com aquarela, com assemblagens e suas pesquisas com frascos de perfumes e instalações.

 

O livro, conta Juliana Alves, será lançado exatamente no encerramento de sua exposição, “Transparesser”, aberta ao público desde o mês de novembro no Centro Cultural Correios. “A gente pensou em fechar a exposição com uma reflexão crítica e estética em torno do conceito de transparência”. A exposição teve curadoria da Sônia Marques, que há alguns anos mantém um diálogo criativo com sua ex-aluna.

 

“Juliana descobrira um mar de possibilidades para atingir a transparência”, acrescenta Sonia Marques. Ela diz que no início eram a aquarela e a poesia. Depois uma sequência de janelas e avarandados do centro histórico de João Pessoa.  Sonia conta que teve também organzas e tecidos, como materiais experimentados. “Até chegar ao vidro, o vidro dos frascos de perfumes, antecipando o prazer dos cheiros. A materialidade do vidro em toda a sua ambivalência”, comenta.

 

O livro “Transparesser”, revela um diálogo entre duas gerações: a da artista Juliana Alves e a da professora Sonia Marques. Constitui-se uma trama entre várias áreas, como artes plásticas, cinema, literatura em um esforço para se dominar o conceito de transparência. Por fim, a obra revela um trabalho comum, às vezes feito a quatro mãos como nos poemas que carregam seus tons de identidades culturais, erotismo e o sentido de ser mulher e artista contemporânea – tudo permeado pelo debate sobre a condição feminina. Ou como registra e escritora Maria Valéria Rezende, no prefácio da obra: “”De nada termos certeza, se formos minimamente perspicazes e sensíveis, e por isso somos livres”.

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SERVIÇO:

Lançamento do livro “Transparesser”, de Juliana Alves e Sonia Marques

Dia: 28 de março  de 2019, às 19h

Local: Centro Cultural Correios, Recife.

 

Servidor federal tem novo prazo para aderir à Previdência Complementar

Os servidores públicos federais tem até o dia 29 de março para aderir à Fundação de Previdência Complementar do Serviço Público Federal (Funpresp). A data  foi determinada nesta terça-feira pelo Senado, que aprovou a Medida Provisória 853/2018. A medida provisória estabelece que a adesão dos servidores públicos ao regime complementar de previdência será feita de forma irrevogável e irretratável. O servidor não poderá voltar ao regime próprio da Previdência ainda que desista do plano complementar. A MP prevê, ainda, que não será devida pela União e por suas autarquias e fundações públicas qualquer contrapartida referente ao valor dos descontos já […]

Detalhe do Plenário do Senado s partir de foto de Geraldo Magela (Agência  Senado

Os servidores públicos federais tem até o dia 29 de março para aderir à Fundação de Previdência Complementar do Serviço Público Federal (Funpresp). A data  foi determinada nesta terça-feira pelo Senado, que aprovou a Medida Provisória 853/2018.

A medida provisória estabelece que a adesão dos servidores públicos ao regime complementar de previdência será feita de forma irrevogável e irretratável. O servidor não poderá voltar ao regime próprio da Previdência ainda que desista do plano complementar.

A MP prevê, ainda, que não será devida pela União e por suas autarquias e fundações públicas qualquer contrapartida referente ao valor dos descontos já feitos sobre a base de contribuição acima do limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência (RGPS)

A Funpresp foi instituída pela Lei 12.618, de 2012, para complementar a aposentadoria dos servidores que entraram no serviço público após a data de sua implantação, em 2013, tendo em vista que receberão, no máximo, o teto do benefício pago pelo RGPS. A criação do fundo de pensão estava prevista na Constituição desde a última reforma da Previdência, de 2003.

 

Com informações da Agência Senado

Imagem: Detalhe do Plenário a partir de foto de Geraldo Magela (Ag. Senado)

A sombra de um Fantoche ronda a PB

A sombra de um fantoche ronda a Paraíba. Desde que Polícia Federal desenvolveu a Operação Fantoche com mandados de busca, apreensão e prisão nos estados de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Alagoas o tema é foco entre as lideranças empresariais e de imprensa no Estado.  As primeiras informações dão conta da existência de um mandado de prisão do presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (Fiep-PB), Francisco de Assis Benevides Gadelha. PF e Tribunal de Contas da União (TC) pretendem desarticular uma suposta organização ligada a crimes contra a administração pública, fraudes em […]

Fantoche

A sombra de um fantoche ronda a Paraíba. Desde que Polícia Federal desenvolveu a Operação Fantoche com mandados de busca, apreensão e prisão nos estados de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Alagoas o tema é foco entre as lideranças empresariais e de imprensa no Estado.  As primeiras informações dão conta da existência de um mandado de prisão do presidente da Federação das Indústrias da Paraíba (Fiep-PB), Francisco de Assis Benevides Gadelha. PF e Tribunal de Contas da União (TC) pretendem desarticular uma suposta organização ligada a crimes contra a administração pública, fraudes em licitações lavagem de dinheiro. O Fantoche não era pobre não: estima-se que esta organização teria recebido cerca de R$ 400 milhões.

A Operação já prendeu o presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) Robson Andrade, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger. Entre os presos está também Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva, um dos donos da Aliança Comunicação, empresa Aliança Comunicação, responsável pelo Maior São João do Mundo que se realiza em Campina Grande.

De acordo com as investigações da Polícia Federal uma família operava empresas de fechada que teria desviado recursos de contratos e convênios fechados entre o Ministério do Turismo e instituições do Sistema S.

Eram contratos, de acordo com a Polícia Federal de eventos culturais e publicidade.

UFPB debate capital cultural

“Você acha que um intelectual está, obrigatoriamente, afastado do mundo?”. A pergunta é feita por um personagem que a psicanalista e escritora Julia Kristeva criou em seu romance Os Samurais cujo cenário é a agitação estudantil em torno do Maio de 68, na França. A pergunta do romance, publicado originalmente em 1990, revela uma problemática, real ou literária, que acompanha várias gerações de estudantes e intelectuais em suas aventuras.  A pergunta poderia ganhar novos contornos em nossos dias e deixar marcas no ambiente do Fórum Universitário que a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) organiza para o próximo dia 20, às 9h, no […]

HABENHORST

“Você acha que um intelectual está, obrigatoriamente, afastado do mundo?”. A pergunta é feita por um personagem que a psicanalista e escritora Julia Kristeva criou em seu romance Os Samurais cujo cenário é a agitação estudantil em torno do Maio de 68, na França. A pergunta do romance, publicado originalmente em 1990, revela uma problemática, real ou literária, que acompanha várias gerações de estudantes e intelectuais em suas aventuras.  A pergunta poderia ganhar novos contornos em nossos dias e deixar marcas no ambiente do Fórum Universitário que a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) organiza para o próximo dia 20, às 9h, no auditório da Reitoria.

 

Julia Kristeva não vai aparecer por aqui. Mas os diálogos e dilemas de seus personagens poderão ecoar no debate que a professora Maria Alice Nogueira, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), vai desenvolver. Conhecida por seus trabalhos de sociologia da educação, ela vai enfrentar o tema: “Revisitando o conceito de capital cultural algumas décadas depois”.

 

Será o primeiro Fórum Universitário do ano 2019. Pela UFPB já passaram nomes de perfis os mais diversos como a economista Tânia Barcelar, o escritor Bráulio Tavares e a escritora Maria Valéria Rezende. O Fórum, cujos temas nascem da própria comunidade acadêmica, tem como uma de suas marcas exatamente a diversidade de olhares. “São temas de natureza trans ou interdisciplinar relacionados com a ordem do dia e que necessitam de uma reflexão por parte da UFPB”, avalia o professor Eduardo Rabenhorst (foto), coordenador do Fórum.

 

Além de discutir temas específicos externos ou internos à realidade da Universidade, o Fórum também reflete sobre eventos marcantes para a história da sociedade nestes últimos séculos. Foi o caso do Fórum do ano passado que se dedicou a pensar o próprio Maio de 68, tematizado pelo romance de Kristeva. “A gente tem neste ano uma série de acontecimentos que a comunidade pode querer refletir”, acrescenta Rabenhorst citando como exemplo o Centenário de Jackson do Pandeiro. “A gente trabalha com essas efemérides também”, completa.

 

Agora, nos anos 2000, assim como na década de 1960, os debates parecem mobilizar interesses de muita gente ávida pelo debate de ideias. O coordenador do Fórum Universitário lembra que este foi o caso do último Fórum realizado no ano passado que discutiu “Educação e Cárcere”. “O debate trouxe um público grande e diversificado das áreas de direito, educação, serviço social, policiais militares e agentes penitenciários. Para nós isso tem sido surpreendente. A gente imaginava ter um público mais reduzido, em torno da própria Universidade, e a experiência vem sendo ampliada e alcançou o público externo”, comenta Rabenhorst.

 

A fala do professor Eduardo Rabenhorst é pontuada por um sentimento de que a Universidade está retomando seu protagonismo e diálogo com a sociedade e o Fórum Universitário aparece nesse cenário como um instrumento fundamental, segundo ele mesmo: “O Fórum tem um pouco esse papel de aproximar as pessoas da Universidade”.

Foto: Marcus Alves

Ateliê Valentim abre exposição com obras de Rose Catão, em Jacumã

Uma série de traços finos rasgam um pedaço de madeira macio. Essas linhas vão se combinar com um punhado de cores e logo aparece o sentido da obra que pode ser um homem negro, uma mulher, um peixe, um palhaço em riso ou um conjunto de pessoas que revelam a diversidade do povo brasileiro. Tudo isso faz parte da nova exposição da artista plástica Rose Catão, que o ateliê Valentim abre neste sábado (19), às 17h, num happy hour na Creperia, na praia de Jacumã, no Conde (PB). A exposição “Nós”, tem curadoria da também artista plástica Juliana Alves, mestranda […]

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Uma série de traços finos rasgam um pedaço de madeira macio. Essas linhas vão se combinar com um punhado de cores e logo aparece o sentido da obra que pode ser um homem negro, uma mulher, um peixe, um palhaço em riso ou um conjunto de pessoas que revelam a diversidade do povo brasileiro. Tudo isso faz parte da nova exposição da artista plástica Rose Catão, que o ateliê Valentim abre neste sábado (19), às 17h, num happy hour na Creperia, na praia de Jacumã, no Conde (PB).

A exposição “Nós”, tem curadoria da também artista plástica Juliana Alves, mestranda em artes visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mostra um conjunto de 11 obras em xilogravura da artista Rose Catão, reconhecida como uma das grandes xilogravuristas da Paraíba e do Brasil.

“Em peças únicas e renovadas Rose Catão segue construindo sua história na arte contemporânea, sempre se esforçando para trazer elementos novos, sobretudo, na xilogravura”, avaliou Juliana Alves.

Ela explicou que a exposição das obras de Rose Catão faz parte de uma série de atividades desenvolvidas a partir do seu ateliê, que recebe o nome de Valentim. O ateliê tem feito residência artística com artistas do Brasil e do exterior e recentemente recebeu os  artistas Axel Arias e Ro Manzano que pintaram murais em ambientes públicos e privados nas praias de Jacumã e Caparapibus, no Conde. “Estamos planejando a agenda de 2019 e resolvemos iniciar com esta bela exposição de Rose Catão, pela sua história e contribuição à nossa xilogravura”, completou Juliana Alves.

A Creperia fica localizada na Av. Ilza Ribeiro, na principal da Praia de Jacumã (próximo a Igreja Católica)

Foto: Detalhe da obra “Os pensadores”, de Rose Catão. Arquivo Ateliê Valentim

Projeto paraibano é habilitado ao Prêmio Semana da Arte Moderna, do Minc

Apenas um projeto paraibano, do professor Giuseppe Roncalli Ponce de Leon, ligado à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), foi habilitado a participar do edital Prêmio de Incentivo à publicação literária, 100 Anos da Semana de Arte Moderna de 1922. O edital de seleção pública, do Ministério da Cultura, é de 1 de outubro de 2018. Apenas 77 projetos foram habilitados e divulgados na última sexta-feira.  Ao final do processo apenas 25 iniciativas, com o valor de R$ 40 mil serão aprovados para publicação.   A seleção, de acordo com o Ministério, inclui apenas obras literárias inéditas em português do […]

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Apenas um projeto paraibano, do professor Giuseppe Roncalli Ponce de Leon, ligado à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), foi habilitado a participar do edital Prêmio de Incentivo à publicação literária, 100 Anos da Semana de Arte Moderna de 1922. O edital de seleção pública, do Ministério da Cultura, é de 1 de outubro de 2018. Apenas 77 projetos foram habilitados e divulgados na última sexta-feira.  Ao final do processo apenas 25 iniciativas, com o valor de R$ 40 mil serão aprovados para publicação.

 

A seleção, de acordo com o Ministério, inclui apenas obras literárias inéditas em português do Brasil que abordem livremente a temática da Semana de Arte Moderna de 1922. A ação do professor Giuseppe Roncalli é intitulada “Correspondência Modernista e Regionalista de Luiz da Câmara Cascudo (1922-1984).

 

A Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, que desenvolveu o edital, disponibiliza o site para conferir o resultado desta fase do concurso. Veja:

 

Com Informações da Ascom Minc

 

 

Núcleo da UFPB quer criar política de cultura a partir da vida e obra de Ariano Suassuna

Um projeto de pesquisa centrado na obra literária e na vida de Ariano Suassuna poderá dar forma a uma política pública de cultura focada na valorização do Movimento Armorial, criado pelo escritor – falecido em 2014. A informação é da professora Suelma de Souza Moraes, do departamento de Ciências da Religião.   A professora apresentou formalmente à reitora da UFPB, Margareth Diniz, o projeto e o pedido de criação do Núcleo de Estudos e Pesquisa Ariano Suassuna  (NEPAS), a partir do qual será desenvolvido todo o trabalho (foto). De acordo com a professora Suelma de Souza, o projeto conta com […]

ARIANO SUASUNA

Um projeto de pesquisa centrado na obra literária e na vida de Ariano Suassuna poderá dar forma a uma política pública de cultura focada na valorização do Movimento Armorial, criado pelo escritor – falecido em 2014. A informação é da professora Suelma de Souza Moraes, do departamento de Ciências da Religião.

 

A professora apresentou formalmente à reitora da UFPB, Margareth Diniz, o projeto e o pedido de criação do Núcleo de Estudos e Pesquisa Ariano Suassuna  (NEPAS), a partir do qual será desenvolvido todo o trabalho (foto). De acordo com a professora Suelma de Souza, o projeto conta com total apoio do filho de Ariano Suassuna, o artista plástico Manuel Dantas Suassuna.

 

“O objetivo é desenvolver estudos e pesquisas a partir das obras literárias e do Movimento Armorial de Ariano Suassuna, nas áreas da cultura, patrimônio imaterial e desenvolvimento sustentável ligados à práticas exitosas e inovação em tecnologias sociais e ambientais para a área de políticas públicas de cultura,  educação e pesquisa multidisciplinar junto a sociedade e tradições de cultura no Estado da Paraíba”, conta a professora.

 

O projeto tem uma dimensão multidisciplinar. Nasceu com o Departamento de Ciências das Religiões em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PRAC) por meio da Coordenação de Extensão Cultural (Coex). “Estamos na fase de implantação do projeto, da consolidação de parcerias e de estruturação de um espaço, aqui dentro da UFPB, que abrigará o Núcleo de Estudos e Pesquisa Ariano Suassuna”, acrescenta.

 

De acordo com a professora Suelma de Souza, nesta fase inicial, o projeto conta com adesão de parcerias de vários outros departamentos e núcleos de pesquisa da UFPB,  como o Núcleo de Pesquisa de Documentação da Cultura Popular (Nuppo), os Departamentos de Letras Clássicas e Vernáculas, de Artes Cênicas, de Música, de Turismo e Hotelaria e o departamento de Tecnologias Sucroalcooleira. A Pró-Reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante (Prape) também faz parte do projeto, segundo informou a professora, Suelma de Souza.

Fonte:
Ascom/UFPB/ Foto: Oriel Farias

A árvore dos bons ventos, de Wilson Figueiredo, no Conde

A obra é de metal. Uma árvore de chapas de ferro, soldadas e devidamente concretadas ao chão. Mas os seus galhos e folhas ligeiramente onduladas indicam movimento e apontam, tal uma mão acolhedora, a chegada ao município de Conde, litoral sul da Paraíba. Ali, na rota da BR-101, a meio caminho entre Recife e João Pessoa, o artista plástico Wilson Figueiredo depositou sua nova peça pública: Árvore dos bons ventos. A escultura de ferro, com quatro metros de altura, celebra os 55 anos de emancipação do Conde, comemorados pela Prefeitura do Município. A simbólica da obra de Wilson Figueiredo, instalada […]

Arvore wilson

A obra é de metal. Uma árvore de chapas de ferro, soldadas e devidamente concretadas ao chão. Mas os seus galhos e folhas ligeiramente onduladas indicam movimento e apontam, tal uma mão acolhedora, a chegada ao município de Conde, litoral sul da Paraíba. Ali, na rota da BR-101, a meio caminho entre Recife e João Pessoa, o artista plástico Wilson Figueiredo depositou sua nova peça pública: Árvore dos bons ventos.

A escultura de ferro, com quatro metros de altura, celebra os 55 anos de emancipação do Conde, comemorados pela Prefeitura do Município. A simbólica da obra de Wilson Figueiredo, instalada na entrada de um corredor de eucaliptos logo no início da PB-018, tem forte importância para o momento que vive a cidade.

As chapas de ferro de 8mm da obra de Wilson criam um contraponto com a ideia de leveza que a prefeita Márcia Lucena diz estar trazendo para o Conde. “Desejamos que os bons ventos soprem para a nossa cidade, como novas obras, novas metas e bastante crescimento”, celebra.

Encontrei com Wilson Figueiredo embaixo da sombra quase frondosa da “Árvore dos bons ventos”, ali, na ponta da Rodovia dos Tabajaras, onde há alguns anos sonhamos em instalar uma obra sua. O sonho conversado com o ex-prefeito Aluísio Régis não frutificou à época. E somente agora, com os ventos de uma nova administração, o Conde ganhou obra de referência.

Com uma felicidade de domingo, Wilson Figueiredo conta que sua nova obra só se iguala, em termos de celebração e volume, ao Cavaleiro Alado – instalado no contorno da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e à Muriçoca do Miramar, localizada na praça homônima em João Pessoa. O desejo agora é que a “Árvore dos Bons Ventos”, mostre toda a dignidade do metal, sua força simbólica, e consiga trazer sempre bons e novos ventos para o Conde, suas praias, comunidades indígenas e quilombolas.

Foto: Arquivo/Marcus Alves

 

Redistribuição de recursos das loterias pode reforçar segurança com R$ 600 milhões

A área de segurança pública  pode ganhar um reforço de R$ 600 milhões no próximo ano, caso o Plenário da Câmara dos deputados aprove a nova regra para a distribuição de recursos oriundos da arrecadação das loterias do país. Na terça-feira (20) começam os debates em torno da Medida Provisória 846/18 que cria o novo pacto de distribuição do dinheiro das loterias. No ano passado a segurança abocanhou R$ 400 milhões das loterias. Se aprovada a MP 846, esse montante ultrapassar R$ 1 bilhão em 2019.   Somente em 2017 a loterias arrecadaram cerca de R$ 14 bilhões. Os setores […]

Camara Federal

A área de segurança pública  pode ganhar um reforço de R$ 600 milhões no próximo ano, caso o Plenário da Câmara dos deputados aprove a nova regra para a distribuição de recursos oriundos da arrecadação das loterias do país. Na terça-feira (20) começam os debates em torno da Medida Provisória 846/18 que cria o novo pacto de distribuição do dinheiro das loterias. No ano passado a segurança abocanhou R$ 400 milhões das loterias. Se aprovada a MP 846, esse montante ultrapassar R$ 1 bilhão em 2019.

 

Somente em 2017 a loterias arrecadaram cerca de R$ 14 bilhões. Os setores da educação, cultura, esporte e segurança pública ficaram com algo em torno de R$ 3 bilhões.

Como o dinheiro que vai para as outras áreas é praticamente mantido, o texto da MP tem consenso entre os partidos e poderá ser aprovado com facilidade. O assunto já passou por uma longa negociação, inicialmente com fortes reações e até protestos das classes artísticas e esportivas.

A deputada Laura Carneiro (DEM-RJ) lembra que o governo editou anteriormente outra medida provisória que alterava a distribuição dos recursos das loterias (MP 841/18). “A medida provisória inicial era a 841, que era muito ruim porque retirava dinheiro tanto do esporte como da cultura, embora desse para segurança. Essa medida foi retirada e apresentada uma nova medida [MP 846], que é fruto de um grande acordo feito com vários setores”, disse a parlamentar.

O deputado Pastor Eurico (Patri-PE) concordava com a primeira versão, que dava mais dinheiro para as forças de segurança. No entanto, diante dos protestos e negociações, ele vai apoiar o novo texto. “A nossa luta era que houvesse um investimento maior na segurança, porque é uma calamidade a questão da segurança em nosso Brasil. Porém, com esses contratempos e discussões, não diria jogos de interesses, mas alguns defendendo as questões de educação, saúde, segurança, esporte e tal, resolveu-se dividir”, afirmou.

 

Com Informações da Agência Câmara de Notícias

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

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