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O programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida só tem recursos suficientes até o mês de junho. A informação foi dada pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, na Câmara dos Deputados.  A partir de julho, para ser executado, o programa dependerá do aporte de recursos suplementares.

O programa tem atualmente um dos menores orçamentos desde que foi criado em 2009 – cerca de R$ 4 bilhões.  “Nós só temos recursos orçamentários para seguir até outubro. Mas com o contingenciamento só chegaremos até junho. A partir de junho, se não houver ampliação do nosso limite, não teremos como executar”, afirmou o ministro em audiência conjunta das comissões de Desenvolvimento Urbano; de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia; e de Fiscalização Financeira e Controle.

Segundo Canuto, já houve um aporte de R$ 800 milhões, conseguido junto à Casa Civil, para abril, maio e junho. “Foi uma liberação adicional para garantir a execução regular do programa até junho. O aporte permitirá pagar as dívidas. A partir de julho, vai depender muito desta Casa”, declarou

 

Com informações da Agência Câmara de Notícias